Patologias

• Astigmatismo

O astigmatismo geralmente é causado por irregularidade da córnea e o seu efeito é a distorção de imagem, pois os raios de luz não chegam ao mesmo ponto na retina.

Sintomas:

Dependendo do grau e da atividade da visão, seja para perto ou longe, a imagem fica borrada e algumas queixas são freqüentes, tais como dor de cabeça, sensação de ardor e hiperemia conjuntival. A intensidade varia conforme a gravidade do problema e o esforço visual.

Tratamento:

A correção do astigmatismo pode ser feita por óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa quando houver indicação.

 

• Calázio

O Calázio é uma tumefação (inchaço) da pálpebra causada pela inflamação de uma das glândulas que produzem material sebáceo, localizadas nas pálpebras superior e inferior.

O calázio às vezes é confundido com um hordéolo(terçol), que também aparece como uma tumefação na pálpebra. O hordéolo é uma infecção de um folículo ciliar que causa um nódulo avermelhado e doloroso na borda palpebral. Já o calázio é uma reação inflamatória ante uma obstrução da secreção sebácea pela glândula.

Sintomas: Na maioria dos casos a única queixa é de uma protuberância na pálpebra, mas em outros casos pode haver inchaço generalizado da pálpebra com um ponto doloroso definido.

Tratamento: O tratamento do calázio é feito por um dos métodos citados abaixo, ou por uma combinação destes.

• Compressas mornas

• Pomadas antibióticas

• Excisão cirúrgica: um calázio que não respondeu a outros tratamentos pode ser removido cirurgicamente uma vez que a inflamação inicial já tenha diminuído.

 

• Catarata

A Catarata consiste na opacidade parcial ou total do cristalino (lente natural do olho). Geralmente atua de maneira progressiva. Inicia-se com a diminuição da acuidade visual mesmo com correção óptica.

A catarata pode ser congênita (mais rara) ou adquirida, que é a forma mais freqüente.

As cataratas adquiridas, em geral, ocorrem em pessoas acima dos 60 anos e também são conhecidas como cataratas senis (envelhecimento do cristalino). Traumas oculares, uso de corticoesteróides, inflamações intra-oculares, exposição excessiva à radiação ultravioleta e diversas doenças associadas, como o diabetes, por exemplo, são causas conhecidas

Sintomas: Além de causar a diminuição da visão, as pessoas podem observar imagens duplas, confusão para ver e distinguir cores, alteração freqüente do grau de óculos, muita dificuldade para a leitura e a distância também e visão pior com luminosidade. Pode ocorrer bilateralmente e ainda é a maior causa de cegueira no mundo, atingindo milhões de pessoas.

Tratamento: Não existe tratamento clínico para catarata, este é sempre cirúrgico. A partir do momento em que a baixa acuidade visual não é mais corrigida com o uso de correções ópticas há indicação cirúrgica. O momento propício para a realização da cirurgia depende também do prejuízo e do comprometimento que esta opacificação vem trazendo ao cotidiano e as funções habituais do paciente.

A técnica cirúrgica mais moderna para o tratamento da catarata, consiste da remoção do cristalino por microfragmentação e aspiração do núcleo, num processo chamado Faco-emulsificação com implante de lente intra-ocular, onde após a retirada completa da catarata, é implantada uma nova lente.

Atualmente, temos também a opção de corrigir erros refrativos (miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia) na cirurgia de catarata, ou seja, além de retirarmos a catarata contamos com uma variedade de lentes intra-oculares que ajudam a corrigir esses erros refrativos. Consulte o nosso especialista em catarata para saber qual a lente intra-ocular é a mais indicada para melhor satisfazer a sua visão no pós-operatório.

 

• Ceratocone

É uma doença não inflamatória que afeta o formato e a espessura da córnea, provocando a percepção de imagens distorcidas. A evolução do ceratocone é quase sempre progressiva com o aumento do astigmatismo, mas pode estacionar em determinados casos. Na sua fase inicial, o ceratocone apresenta-se como um astigmatismo irregular, levando o paciente a trocar o grau do astigmatismo com frequência. O diagnóstico definitivo do ceratocone é feito com base nas características clínicas e com exames objetivos como a topográfica corneana e a paquimetria ultra-sônica.

Sintomas: O principal sintoma é a visão borrada e distorcida tanto para longe quanto para perto. Alguns podem relatar diplopia (visão dupla) ou poliopia (percepção de várias imagens de um mesmo objeto), halos em torno das luzes, fotofobia (sensibilidade excessiva à luz) e coceira.

Tratamento: O tratamento do ceratocone visa sempre proporcionar uma boa visão ao paciente, bem como garantir seu conforto na utilização dos recursos que serão empregados e principalmente preservar a saúde da córnea. As alternativas de tratamento sempre são avaliadas nesta ordem: óculos, lentes de contato e cirurgias.

Óculos: A primeira opção que o paciente recebe é a prescrição de óculos, na maior parte das vezes em casos iniciais da doença, quando o astigmatismo irregular ainda é baixo e é possível obter uma acuidade visual aceitável.

Lentes de Contato: A partir do momento em que os óculos não conseguem fornecer uma acuidade visual satisfatória, a lente de contato é a próxima alternativa, geralmente é utilizada a lente rígida gás permeável que procura proporcionar a melhor acuidade visual, principalmente assegurar a saúde fisiológica da córnea.

Crosslinking: Consiste na ligação de colágeno de córnea com a riboflavina. É feita a remoção do epitélio (camada mais externa do tecido corneano) da região central da córnea, de forma a expor a superfície para aplicação de uma solução de riboflavina, que nada mais é que a vitamina B2. O resultado deste processo é a criação de mais ligações covalentes no estroma o que aumenta a resistência mecânica da córnea. Com isso, há menor chance de progressão do ceratocone.

Transplante de Córnea: Nos casos de ceratocone que progredirem ao ponto onde a correção visual não pode ser mais atingida com óculos e lentes de contato, o afinamento da córnea se torna excessivo, ou cicatrizes corneanas resultantes do uso de lentes de contato tornam-se um problema frequente ou exista a presença de leucoma (opacificação corneana) importante, o transplante de córnea se torna necessário.

Implante de Anel Corneano: Uma alternativa cirúrgica para o transplante de córnea é o implante de segmentos de anel corneano (anel intra-estromal). Uma pequena incisão é feita na periferia da córnea e dois arcos de polimetil metacrilato são introduzidos deslizando os segmentos entre as camadas do estroma em cada lado da pupila antes que a incisão seja fechada. Os segmentos empurram a curvatura da córnea para fora, aplanando o ápice do ceratocone e retornando-o a um formato mais natural. O procedimento, realizado em uma base ambulatorial com anestesia local, oferece o benefício de ser reversível e potencialmente substituível, uma vez que não envolve a remoção de tecido ocular.

 

• Conjuntivite

Conjuntivite é um processo inflamatório da membrana transparente (conjuntiva) que recobre toda a região branca do olho e a superfície interna das pálpebras.

As principais causas podem ser:

Infecciosa: é transmitida, mais freqüentemente, por vírus ou bactérias e pode ser contagiosa. O contágio se dá pelo contato. Assim, estar em ambientes fechados com pessoas contaminadas, uso de objetos contaminados, contato direto com pessoas contaminadas ou até mesmo pela água da piscina são formas de se contrair a conjuntivite infecciosa.

Alérgica: é aquela que ocorre em pessoas predispostas a alergias (como quem tem rinite ou bronquite, por exemplo) e geralmente ocorre nos dois olhos. Esse tipo de conjuntivite não é contagiosa, apesar de que pode começar em um olho e depois se apresentar no outro. Pode ter períodos de melhoras e reincidências, sendo importante a descoberta de seu agente.

Tóxica: é causada por contato direto com algum agente tóxico, como colírios, produtos de limpeza, fumaça de cigarro, poluição do ar, sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro e tintas para cabelo.

Sintomas: Um ou mais sintomas podem se combinar: sensação de areia, coceira, olhos vermelhos, fotofobia (sensibilidade à luz), inchaço nas pálpebras e secreção nos olhos.

Tratamento: O tratamento depende da causa. Medicamentos (pomadas ou colírios) podem ser recomendados para combater a infecção, aliviar os sintomas e o desconforto.

Algumas recomendações podem ajudar:

• Lavar as mãos com frequência;

• Não colocar as mãos nos olhos para evitar a recontaminação;

• Evitar coçar os olhos para diminuir a irritação da região;

• Lavar as mãos antes e depois da aplicação do medicamento;

• Não encostar o frasco do medicamento nos olhos;

• Suspender o uso de lentes de contato.

 

• Degeneração de Mácula

A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma doença que acomete a mácula, região central da retina, responsável pela visão detalhada e central.

Há dois tipos de DMRI: o tipo "seco" (atrófica) e o tipo "úmido" (exsudativa).

Tipo “seco” ou atrófica: atinge a maioria dos casos. É caracterizada pela formação de pequenos depósitos amarelados sob a mácula. Estes depósitos são chamados de "drusas" e podem fazer com que a mácula fique mais fina e completamente ressecada.

Tipo “úmido” ou exsudativa: às vezes, a DMRI seca se transforma em úmida conforme novos vasos sangüíneos anormais são formados sob a mácula. Esses vasos sangüíneos incham, rompem e formam tecidos de cicatrização que permanentemente danificam a visão, tornando as cores e os raios de luz embaçados antes que possam atingir a mácula.

Fatores de Risco:

• Idade acima de 60 anos;

• Dieta e nutrição deficiente em frutas e vegetais;

• Luz solar, radiação ultravioleta mais elevada;

• Fumo;

• Doença cardíaca;

• Hereditariedade.

Sintomas: A DMRI pode afetar um ou os dois olhos e pode produzir os seguintes sintomas:

• Linhas retas parecem onduladas.

• As cores são pálidas.

• As letras ficam borradas.

• Visão de flashes de luz ou pontos escuros.

• Sensação de visão dupla.

Na forma seca de DMRI, a perda de visão central é gradual, sua extensão está relacionada com a localização e quantidade de afinamento macular causado pelos depósitos amarelados. As pessoas com DMRI úmida têm uma perda de visão mais rápida (semanas ou meses) por causa do rompimento de vasos ou sangramento sob a mácula.

Tratamento: O tratamento depende da causa. Medicamentos (pomadas ou colírios) podem ser recomendados para combater a infecção, aliviar os sintomas e o desconforto.

Os danos à visão central são irreversíveis, mas a detecção precoce da DMRI e os cuidados mediante acompanhamento de um médico especialista podem ajudar a controlar alguns dos efeitos da doença. O procedimento de fotocoagulação a laser é uma opção em alguns casos.

 

• Estrabismo

Estrabismo consiste no desalinhamento dos olhos. A maioria dos casos tem início na infância, mas também pode ocorrer durante a vida adulta. Observa-se que pacientes com estrabismo podem ter problemas psicológicos, sociais e econômicos relacionados ao desvio ocular. Mais do que nunca a sociedade dá importância à aparência, influenciando nosso comportamento e auto-estima. Neste contexto a posição dos olhos é fundamental.

Sintomas: A maioria dos pacientes estrabicos são assintomáticos. Em alguns tipos de estrabismo o paciente pode apresentar dores de cabeça, dor nos olhos e sonolência durante as tarefas visuais. A queixa de visão dupla é geralmente observada em pacientes adultos.

Tipos de estrabismo: Existem vários tipos de estrabismo, como a esotropia ou desvio convergente (desvio dos olhos para dentro), a exotropia ou desvio divergentes (desvio dos olhos para fora) e os desvios verticais (um olho fica mais alto ou mais baixo do que o outro).

Tratamentos: Há tratamentos diferentes para os diversos tipos de estrabismo. Alguns são corrigidos com o uso de óculos, outros com uso de óculos e cirurgia de correção de estrabismo e há aqueles que são corrigidos apenas com a cirurgia de correção de estrabismo. Atualmente em alguns casos pode ser realizado o tratamento do estrabismo com toxina botulínica.

 

• Glaucoma

É uma doença que atinge o nervo óptico e envolve a perda de células da retina responsáveis por enviar os impulsos nervosos ao cérebro. A pressão intra-ocular elevada é um fator de risco significativo para o desenvolvimento do glaucoma, não existindo contudo uma relação direta entre um determinado valor da pressão intra-ocular e o aparecimento da doença, ou seja, enquanto uma pessoa pode desenvolver dano no nervo com pressões relativamente baixas outra pode ter pressão intra-ocular elevada durante anos sem apresentar lesões. Se não for tratado, o glaucoma leva ao dano permanente do disco óptico da retina, causando uma atrofia progressiva do campo visual, que pode progredir para cegueira.

Sintomas: Perda da visão periférica no início da doença. No começo a perda é sutil, e pode não ser percebida pelo paciente. Perdas moderadas a severas podem ser notadas pelo paciente através de exames atentos da sua visão periférica. Freqüentemente o paciente não nota a perda de visão até vivenciar a "visão tubular", ou seja, apenas a visão central é percebida, o paciente começa a tropeçar, esbarrar em objetos, porque a percepção periférica é ausente. Se a doença não for tratada, o campo visual se estreita cada vez mais, obscurecendo a visão central e finalmente progredindo para a cegueira do olho afetado. Esperar pelos sintomas de perda visual não é o ideal. A perda visual causada pelo glaucoma é irreversível, mas pode ser prevenida, atrasada ou estabilizada por tratamento. Um oftalmologista deve ser consultado pelas pessoas com risco de desenvolver glaucoma e/ou que tenham histórico familiar.

Tratamento: Apesar da pressão intra-ocular elevada não ser a única causa do glaucoma, até o momento diminuí-la é o principal tratamento. A pressão intra-ocular pode ser diminuída com medicamentos, em geral, colírios. Caso essa pressão não diminua com o uso de medicamentos, um procedimento cirúrgico poderá ser indicado, tanto a cirurgia a laser (trabeculoplastia) quanto a tradicional (trabeculectomia).

 

• Hipermetropia

A hipermetropia é um erro de refração que faz com que a imagem seja focada atrás da retina. Dessa forma, a capacidade refratária é alterada em relação aos olhos com visão normal. A hipermetropia causa dificuldade para enxergar objetos próximos e principalmente para leitura de textos.

Sintomas: O principal sintoma da hipermetropia é a visão embaçada mais para perto, mas também podem existir queixas de dores de cabeça ou cansaço ocular, sensação de peso ao redor dos olhos, ardor, vermelhidão conjuntival e lacrimejamento ocular.

Tratamento: A hipermetropia pode ser corrigida com o uso de óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa se houver indicação.

 

• Miopia

A miopia é um dos mais freqüentes erros de refração que afeta a visão à distância. A miopia ocorre porque a imagem visual não é focada diretamente na retina, mas à frente da mesma. O problema pode ter origem porque o globo ocular é mais alongado ou o cristalino tem uma distância focal curta.

Sintomas: Os sintomas mais evidentes da miopia são: visão embaçada mais à distância, dificuldade para identificar objetos afastados, assistir a filmes, dirigir automóveis, entre outros. A capacidade visual parece melhorar fechando um pouco os olhos, mas a miopia não corrigida devidamente pode provocar dores de cabeça, lacrimejamento ou tensão ocular.

Tratamento: A miopia pode ser corrigida com o uso de óculos, lentes de contato ou cirurgia refrativa se houver indicação.

 

• Pterígio

O pterígio é um espessamento vascularizado da conjuntiva (membrana transparente que recobre toda a região branca do olho) de forma triangular que se estende do ângulo interno (nasal) do olho em direção à córnea. Não é infeccioso, mas pode afetar a visão caso se estenda na região central da córnea.

Sintomas: Os principais sinais e sintomas são olho vermelho e fotofobia (sensibilidade à luz).

Tratamento: O pterígio é um crescimento benigno da conjuntiva, mas pode ser removido através de cirurgia. No entanto, é comum a sua recorrência após a cirurgia.

 

• Retinopatia

A diabetes é uma doença complexa e progressiva que pode afetar os vasos sanguíneos do olho. Um material anormal é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos da retina que é a região conhecida como "fundo de olho", causando estreitamento e às vezes bloqueio do vaso sanguíneo, além de enfraquecimento da sua parede, o que ocasiona deformidades conhecidas como micro-aneurismas. Estes micro-aneurismas frequentemente rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina. Existem duas formas de retinopatia diabética: exsudativa e proliferativa. Em ambos os casos, a retinopatia pode levar a uma perda parcial ou total da visão.

Retinopatia Diabética Exsudativa: ocorre quando as hemorragias e as gorduras afetam a mácula, região responsável pela visão central.

Retinopatia Diabética Proliferativa: surge quando a doença dos vasos sanguíneos da retina progride, o que ocasiona a proliferação de novos vasos anormais que são chamados "neovasos". Estes novos vasos são extremamente frágeis e também podem sangrar. Além do sangramento, os neovasos podem proliferar para o interior do olho causando graus variados de destruição da retina e dificuldades de visão. A proliferação dos neovasos também pode causar cegueira em conseqüência de um descolamento de retina.

Tratamento: O controle cuidadoso da diabetes com uma dieta adequada, uso de medicamentos hipoglicemiantes, insulina ou com uma combinação destes tratamentos, que são prescritos pelo médico endocrinologista, são a principal forma de evitar a Retinopatia Diabética.
Fotocoagulação por raios laser: é o procedimento pelo qual pequenas áreas da retina doente são cauterizadas com a luz de um raio laser na tentativa de prevenir o processo de hemorragia. O ideal é que este tratamento seja administrado no início da doença, possibilitando melhores resultados, por isso é extremamente importante a consulta periódica ao oftalmologista.

 

• Adaptação de Lentes de Contato

O uso de lentes de contato é uma forma eficiente para corrigir a visão, quando feito com cuidado e supervisão.

O exame completo do olho, a perfeita adaptação, o acompanhamento oftalmológico e a obediência às orientações recebidas são condições indispensáveis para o uso confortável e seguro das lentes de contato a longo prazo.

A adaptação de lentes de contato tem várias finalidades: corretivas, estéticas, filtrantes (cosméticas) ou terapêuticas. Elas estão disponíveis em numerosas variedades, incluindo rígidas (duras), gelatinosas (moles) e híbridas (produzidas com material rígido e gelatinoso). Além disso, variam também em relação ao tempo de uso: descartável ou de uso prolongado (durabilidade de 1 ano). A durabilidade das descartáveis se divide em: diária, 15 dias ou 30 dias.

A função corretiva da lente depende do tipo de erro refrativo do paciente: hipermetropia, miopia, astigmatismo, ceratocone.
As lentes coloridas podem ser usadas com finalidade estética, mas também podem corrigir erros refrativos como a miopia e a hipermetropia.
As lentes filtrantes são lentes de contato com propriedades cosméticas e estéticas, produzidas para disfarçar as imperfeições da íris e pupila, opacificações corneanas e traumatismos, e diminuir a sensibilidade à luz. São coloridas e imitam muito bem a cor dos olhos do paciente, proporcionando-lhe, muitas vezes, melhora na sua auto-estima.

As lentes terapêuticas ajudam a curar ou controlar várias doenças da córnea, como machucados, deseptelização do tecido devido algum corpo estranho que tenha entrado no olho, após cirurgias refrativas que usam técnicas com raspagem do epitélio da córnea (camada mais externa da córnea), entre outros.

As formas de uso vão depender de uma avaliação médica das condições oculares e da finalidade de uso.

A manutenção das lentes, contendo a limpeza, a desinfecção e a desproteinização (retirar as proteínas providas da lágrima) é muito importante para manter a qualidade do material das lentes e um uso saudável para os olhos. Hoje contamos com excelentes produtos multiuso que ajudam nesse trabalho. Consulte sempre um especialista para obter as orientações para um uso correto das suas lentes de contato.